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O que é um buraco negro? A NASA diz que não é um buraco, e sim matéria muito concentrada

Um buraco negro não é um buraco, segundo a NASA: é uma concentração enorme de matéria, comprimida em um espaço minúsculo. A gravidade perto dele é tão forte que nada escapa, nem a luz.

Imagem de divulgação: O que é um buraco negro? A NASA diz que não é um buraco, e sim matéria muito concentrada

Imagem: Reprodução/correiobraziliense.com.br. Origem: correiobraziliense.com.br.

Num vídeo educativo oficial, a agência descreve esses objetos como "regiões incrivelmente densas" do espaço. A página científica da NASA sobre o tema dá os números que aparecem abaixo.

Por que a luz não escapa

O limite está no chamado horizonte de eventos. A NASA diz que, logo abaixo dessa superfície, a gravidade é forte o bastante para impedir qualquer fuga. O horizonte de eventos não é uma superfície sólida: é uma fronteira que contém toda a matéria do buraco negro.

A agência afirma que os cientistas não sabem como a matéria se comporta dentro dele.

Cena de reportagem: telescópio Webb observa caos em torno do buraco negro central da Via Láctea, no trecho “Como um buraco negro nasce”
Reprodução/cnnbrasil.com.br. Fonte

Como um buraco negro nasce

Um dos tipos se forma quando estrelas muito massivas ficam sem combustível e explodem em supernovas, segundo a NASA. A página não descreve a formação dos buracos negros supermassivos.

Os tamanhos citados pela NASA

Distâncias e curiosidades

O buraco negro mais próximo conhecido, o Gaia BH1, fica a cerca de 1.500 anos-luz. O mais distante detectado, no centro do quasar QSO J0313-1806, está a cerca de 13 bilhões de anos-luz. O que gira mais rápido, o GRS 1915+105, dá mais de 1.000 voltas por segundo.

Cena de reportagem: astrônomos observam \, no trecho “Três erros comuns”
Reprodução/meiobit.com. Fonte

Três erros comuns

Buracos negros não "sugam" a matéria em volta. De longe, a gravidade deles age como a de qualquer objeto com a mesma massa. Segundo a NASA, se o Sol fosse trocado por um buraco negro de mesma massa, o Sistema Solar ficaria mais frio, mas os planetas manteriam as órbitas.

Eles também não são buracos de minhoca, que seriam atalhos pelo espaço. Para quem chega perto demais, o efeito é a espaguetificação: a matéria é esticada na vertical e espremida na horizontal.

Para ler mais

A NASA reúne os textos e os vídeos na página de buracos negros do site da agência. Para outros temas do espaço no site, veja o telescópio Roman da NASA e a Estação Espacial Internacional. Informações da NASA, conferidas em 29 de outubro de 2026.

Fonte: youtube.com.

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