Bonito é referência mundial em flutuação, mas em quatro dias não dá para fazer tudo
Bonito, em Mato Grosso do Sul, é descrita pelo Ministério do Turismo como referência mundial em flutuação, mergulho e turismo de aventura. A cidade se liga à Serra da Bodoquena, que abriga áreas conservadas de Mata Atlântica no interior do Brasil, com rios de águas cristalinas, cachoeiras e florestas preservadas.
Imagem: Reprodução/goodlifexplorers.com. Origem: goodlifexplorers.com.
Em quatro dias, não dá para fazer tudo. A escolha dos passeios é o que define a viagem.
Como funcionam os passeios em Bonito
Os passeios são contratados por agências credenciadas, em sistema de voucher e preços tabelados, segundo guias de viagem. Por isso, a escolha da agência depende mais de estrutura e atendimento do que de preço. O valor costuma não incluir o transporte, que a agência pode organizar à parte. Alugar carro também é uma opção.
Muitas atrações têm limite diário de visitantes. Reserve com antecedência, sobretudo nas férias escolares e nos feriados.
Flutuação, grutas e cachoeiras
Na flutuação, o visitante usa snorkel e roupa de neoprene e acompanha a correnteza, em passeios de cerca de uma hora. Um guia destaca o Rio Sucuri como o mais cristalino e o Aquário Natural como mais indicado para quem está começando.
A Gruta do Lago Azul tem descida de cerca de 300 degraus, acompanhada por guia, e o passeio dura cerca de 1h20. O Abismo Anhumas tem uma câmara de 72 metros de altura, inundada por um lago, e a descida é feita com rapel elétrico.
Como dividir quatro dias
Uma divisão possível: um dia de flutuação em rio de águas calmas, um dia de gruta ou abismo, um dia de cachoeiras e um dia livre para o que sobrar ou para chuva. Deixe o passeio mais disputado para o primeiro dia, para ter margem de data.
Confirme preços, regras e limites de cada atração diretamente com a agência, porque mudam ao longo do ano.
Bonito e o resto da Mata Atlântica
O texto do ministério reúne roteiros de Norte a Sul do bioma. Para outras serras e parques, veja o acesso à Pedra Furada, em Urubici. Para rios e animais do interior, leia por que o Rio Negro tem cor de chá e o Solimões é barrento.
Fonte: gov.br.
Leia também: Destino de esqui argentino sem neve vira roteiro de lagos, trilhas e chocolate · Madeira oferece caminhadas entre montanhas e florestas e o roteiro vai além do litoral · Mata Atlântica parece só praia, mas esconde mangue, gruta e picos de serra


