Destino de esqui argentino sem neve vira roteiro de lagos, trilhas e chocolate
Fora da temporada de esqui, que no turismo oficial argentino vai de junho a setembro, Bariloche troca as pistas de neve por lagos, florestas e trilhas. O destino, no oeste da província de Rio Negro, nos Andes, tem opções para quatro dias de natureza sem depender de neve.
Imagem: Yoavlevy10/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0). Origem: upload.wikimedia.org.
A organização do roteiro a seguir é nossa, mas os lugares e os dados vêm da página oficial do turismo da Argentina sobre a província. O órgão recomenda de 2 a 5 dias para ver o melhor de Rio Negro.
O que fazer em Bariloche fora do inverno
O programa clássico é o Circuito Chico de carro, que passa pelo famoso Hotel Llao Llao e pelos mirantes dos lagos. Também entram na lista a subida ao Cerro Otto e a visita à Colônia Suíça. Para os fãs de chocolate, a cidade é chamada de capital do chocolate, e o Museu do Chocolate é a parada indicada para entender a origem do produto.
Nas águas, o destaque é o caiaque nos lagos Nahuel Huapi e Moreno, cercados por picos nevados mesmo na primavera. A oferta de aventura inclui ainda trekking, rafting e cicloturismo, segundo a página.
Parque Nacional Nahuel Huapi: o que está no roteiro
Outra parada técnica é o Parque Nacional Nahuel Huapi, com excursões como a Floresta de Arrayanes, a Cachoeira Los Alerces, o Lago Mascardi, o Vale Encantado, Puerto Blest, a Ilha Victoria e o Cerro Tronador. A página não traz horários, preços nem regras de acesso a cada ponto, então vale conferir no parque antes de reservar.
A travessia dos lagos é descrita como a mais famosa da província, e pode ser feita de carro, a pé ou de bicicleta. Quem quiser, pode dormir em campings ao longo da rota.
Quatro dias, um roteiro por região
Uma divisão possível: no primeiro dia, a cidade, com o Circuito Chico, o Museu do Chocolate e o Cerro Otto. No segundo, o Parque Nacional Nahuel Huapi, com um ou dois passeios. No terceiro, a travessia dos lagos e o caiaque. No quarto, El Bolsón.
El Bolsón fica mais ao sul e é descrita como terra de bosques verdes e altas montanhas. A feira de artesanato do centro é um ícone, e de qualquer ponto da cidade se vê o Cerro Piltriquitrón, ótimo para quem quer sentir a montanha de perto.
Clima e o que levar
A página descreve o clima da província como semiárido, com pouca chuva. No verão, as temperaturas variam de 14 °C a 30 °C. No inverno, de 14 °C a -2 °C. Por causa da amplitude térmica, o ideal é ter sempre uma jaqueta à mão.
Leve boné e protetor solar no verão, e bons sapatos para trekking em qualquer época. Para conhecer outros destinos de natureza com mirantes, veja a Serra do Rio do Rastro, em Santa Catarina e os Lençóis Maranhenses.
Antes de fechar a viagem, confirme no parque e nas agências as regras de cada passeio, porque a página oficial resume o destino e não traz horários nem preços.
Fonte: argentina.travel.
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