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Plano que orienta cânions catarinenses desde 2004 ganha versão revisada

O plano de manejo revisado dos Parques Nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral foi publicado oficialmente em 2 de outubro e traz novas diretrizes para equilibrar a conservação ambiental e a visitação pública. As normas atualizadas organizam o uso turístico e a proteção dos cânions em Santa Catarina. Essa ferramenta técnica orienta a administração das unidades desde a sua aprovação inicial em 2004.

Imagem de divulgação: Plano que orienta cânions catarinenses desde 2004 ganha versão revisada

Imagem: Raphael Sombrio/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0). Origem: commons.wikimedia.org.

As mudanças recentes foram oficializadas por meio de portarias específicas ao longo dos anos. A Portaria ICMBio número 1.346, de 15 de abril de 2025, introduziu as alterações mais recentes no planejamento. O texto consolida diretrizes para orientar como os parques precisam ser protegidos e administrados no dia a dia.

Cena de reportagem: área de vegetação nativa preservada nos parques de Aparados da Serra e Serra Geral, no trecho “Zoneamento ambiental e preservação da biodiversidade”
Foto: Rodrigo Soldon / Wikimedia Commons (CC BY 2.0). Fonte_-_Lucio_Stabile.jpg)

Zoneamento ambiental e preservação da biodiversidade

O documento estabelece estratégias claras para blindar a biodiversidade local e as paisagens mais marcantes da região. O plano busca conservar os atributos cênicos da Serra Geral para além dos limites oficiais das unidades. Para isso, o planejamento induz processos socioeconômicos amigáveis que respeitam os objetivos ecológicos dos parques.

A preservação abrange diretamente os ambientes situados no entorno e nos chamados corredores ecológicos. Essas áreas funcionam como zonas de transição fundamentais para manter a integridade dos ecossistemas da Mata Atlântica.

Visitação pública e uso ordenado da natureza

O turismo regulamentado ganha espaço formal dentro das novas regras estabelecidas para os parques nacionais. As normas permitem a realização de pesquisa científica, educação ambiental e visitação turística de forma controlada. O uso público ordenado ajuda a evitar impactos negativos nos paredões rochosos e nas trilhas da região.

Você pode acompanhar as atualizações diretamente na página institucional do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. O acompanhamento dessas diretrizes garante que o acesso aos cânions ocorra dentro da legalidade e da preservação. Novas consultas e dados técnicos continuam disponíveis no portal oficial do órgão federal.

Fonte: gov.br.

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