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Ventos chegam a 136 km/h em cidade gaúcha, segundo Defesa Civil citada pela CNN, e previsão apresentada aponta mais temporais após estragos em municípios

Imagem de divulgação: Ventos chegam a 136 km/h em cidade gaúcha, segundo Defesa Civil citada pela CNN, e previsão apresentada aponta mais temporais após estragos em municípios

Imagem de divulgação sobre o tema da reportagem. Reprodução: pub-c191f6aa3fac4202a262e2af9d3ab090.r2.dev.

Quaraí registrou rajadas de 136 km/h, segundo a Defesa Civil citada pela CNN Brasil. O boletim reuniu danos em pelo menos 17 municípios gaúchos, estimativa de 11 mil pessoas afetadas e previsão de novos temporais. Os alertas apresentados abrangiam ventania, granizo, chuva intensa e elevação de rios no período informado.

Ventos de 136 km/h em Quaraí foram o registro mais expressivo entre as rajadas relatadas em um boletim sobre os temporais no Rio Grande do Sul. A informação foi atribuída à Defesa Civil, que também estimava cerca de 11 mil pessoas afetadas. Os danos incluíam casas destelhadas, vendavais e inundações.

Segundo o vídeo do CNN Novo Dia, publicado pelo canal CNN Brasil em 9 de outubro de 2026, pelo menos 17 municípios gaúchos já haviam registrado ocorrências. A reportagem de Gabriela Garcia apresentou os estragos e a previsão de mais chuva. Os avisos e as projeções descritos a seguir correspondem ao período abordado naquela edição.

Ventos chegam a 136 km/h em cidade gaúcha, segundo Defesa Civil citada pela CNN, e previsão apresentada aponta mais temporais após estragos em municípios
Reprodução/YouTube/CNN Brasil
Imagem de divulgação: Ventos chegam a 136 km/h em cidade gaúcha, segundo Defesa Civil citada pela CNN, e previsão apresentada aponta mais temporais após estragos em municípios
Imagem de divulgação sobre o tema da reportagem. Reprodução: pub-c191f6aa3fac4202a262e2af9d3ab090.r2.dev.

Quaraí teve as rajadas mais fortes entre os registros apresentados

Quaraí apareceu no levantamento com ventos de 136 km/h, conforme os dados da Defesa Civil reproduzidos pela repórter. Outras três cidades também tiveram rajadas acima de 100 km/h: Bagé, Maçambará e Dilermando de Aguiar. Os registros mostravam que a ventania havia atingido diferentes pontos do estado.

Em Maçambará, os ventos chegaram a 109 km/h. Em Dilermando de Aguiar, o boletim informou 104 km/h, valor descrito na apresentação como próximo de 105 km/h. Bagé também ultrapassou a marca de 100 km/h e teve danos em dezenas de moradias.

Bagé registrou 87 casas destelhadas após vendaval

Bagé teve 87 casas destelhadas, segundo a reportagem. O município foi citado entre os locais atingidos por vendaval, dentro de uma sequência de temporais que já provocava estragos no Rio Grande do Sul desde a terça-feira mencionada no boletim. A previsão ainda indicava instabilidade para a sexta-feira daquela edição.

As ocorrências em pelo menos 17 municípios reuniam diferentes tipos de impacto. Gabriela Garcia citou vendavais, granizo, ventos fortes, chuva volumosa e inundações. O levantamento apresentado não distribuiu todos os casos por cidade, mas detalhou alguns dos episódios de maior destaque.

Santa Maria concentrava 10 mil das 11 mil pessoas afetadas

Santa Maria, na região central gaúcha, concentrava aproximadamente 10 mil pessoas afetadas por um vendaval. O número fazia parte da estimativa estadual de cerca de 11 mil atingidos informada pela Defesa Civil. A maior parcela daquele total, portanto, estava no município.

A contagem foi apresentada como uma estimativa disponível naquele momento da reportagem. O boletim não detalhou a situação de cada pessoa incluída no levantamento. Para Uruguaiana, porém, trouxe uma informação específica sobre moradores que precisaram deixar suas casas por causa da inundação do rio Uruguai.

Inundação fez mais de 80 pessoas saírem de casa em Uruguaiana

Mais de 80 pessoas precisaram sair de casa em Uruguaiana, conforme o relato da CNN. A saída foi associada à inundação do rio Uruguai. O episódio acrescentava aos danos causados pelo vento um problema ligado à elevação da água e à ocupação de áreas atingidas.

Uruguaiana também aparecia entre os municípios com alerta para inundação na sexta-feira abordada. A previsão de chuva entre aquele dia e o sábado mantinha a atenção sobre rios e arroios. A reportagem tratou separadamente os transtornos já registrados e os riscos indicados para a continuidade do período chuvoso.

Itaqui e Dona Francisca também estavam nos avisos para rios

A Defesa Civil gaúcha tinha três alertas vermelhos citados pela repórter. Em Itaqui, o risco de inundação do rio Uruguai era muito alto. Para o mesmo rio, em Uruguaiana, a classificação informada era de risco alto.

O terceiro aviso envolvia o rio Jacuí em Dona Francisca, também com risco alto de inundação. Os alertas tinham validade para a sexta-feira tratada no boletim. A possibilidade de elevação dos níveis foi relacionada ao grande volume de chuva previsto entre aquele dia e o seguinte.

Ventos chegam a 136 km/h em cidade gaúcha, segundo Defesa Civil citada pela CNN, e previsão apresentada aponta mais temporais após estragos em municípios
Reprodução/YouTube/CNN Brasil

Garruchos acumulou 100 milímetros de chuva em 12 horas

Garruchos registrou 100 milímetros de chuva em apenas 12 horas, segundo a reportagem. São Borja também teve um acumulado elevado, superior a 88 milímetros. Os dados faziam parte do quadro de chuva volumosa apresentado para o Rio Grande do Sul.

Os dois valores tinham referências diferentes na exposição: para Garruchos, a repórter especificou o intervalo de 12 horas; para São Borja, não informou ali a mesma duração. A apresentação reuniu esses acumulados aos registros de vento para mostrar a variedade de ocorrências acompanhadas no estado.

Alerta do Inmet abrangia áreas dos três estados do Sul

O Instituto Nacional de Meteorologia, o Inmet, emitiu alerta vermelho de grande perigo para tempestade, conforme a descrição que acompanha a publicação. Áreas do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná estavam sob aviso. A previsão citava mais de 100 milímetros de chuva ao longo do dia, granizo e ventos superiores a 100 km/h.

Na apresentação do tempo, a CNN destacou temporais nos três estados e maior impacto esperado nas cidades do oeste da região. A meteorologia também mencionou chuva forte, raios, granizo e ventos que poderiam passar de 90 km/h. Esses números eram projeções de risco, distintos das rajadas já registradas nos municípios gaúchos.

Frente fria e baixa pressão favoreciam novas instabilidades

Uma frente fria avançava por Santa Catarina e pelo Paraná no cenário apresentado. O sistema puxava umidade do norte do Brasil, enquanto as imagens de satélite mostravam nuvens carregadas concentradas no Sul. A explicação incluía a atuação simultânea de outros sistemas meteorológicos.

Uma área de baixa pressão estimulava a formação de instabilidades e, segundo a previsão, daria origem a um ciclone extratropical. A combinação sustentava a expectativa de mais chuva até o fim de semana. O ciclone foi apresentado como evolução prevista daquele sistema, sem descrição de uma formação já concluída naquele momento.

Chapecó apareceu nas imagens com telhado arrancado pelo vento

Uma ventania em Chapecó, em Santa Catarina, apareceu nas imagens exibidas durante o boletim. A apresentadora chamou a atenção para o telhado de uma casa arrancado pela força do vento. O registro foi mostrado enquanto a reportagem reunia informações sobre os temporais na região.

A previsão indicava possibilidade de mais ventania no Sul, além de áreas de Mato Grosso do Sul e de São Paulo. Para o Rio Grande do Sul, Gabriela Garcia citou temporais isolados principalmente durante a manhã. As regiões mencionadas incluíam Missões, noroeste, norte, Campanha, centro, sul e Costa Doce.

Capitais do Sul tinham previsão de chuva e temperaturas diferentes

Porto Alegre amanhecia com céu nublado na entrada da repórter. A capital havia registrado chuva durante o dia anterior, à noite e na madrugada, segundo o relato. A previsão apresentada indicava até 20 milímetros e temperatura mais baixa.

Florianópolis e Curitiba tinham previsão de 25 milímetros de chuva cada uma. Na capital paranaense, a temperatura poderia chegar a 29°C, condição apontada pela apresentadora como favorável ao desenvolvimento das nuvens carregadas. Os valores se referiam à projeção para o dia acompanhado pela edição.

Ventos chegam a 136 km/h em cidade gaúcha, segundo Defesa Civil citada pela CNN, e previsão apresentada aponta mais temporais após estragos em municípios
Reprodução/YouTube/CNN Brasil

São Paulo tinha calor acima de 30°C e possibilidade de pancadas

A previsão para São Paulo indicava chuva mais isolada, com possibilidade de pancadas fortes principalmente à tarde. O dia começava com sol entre nuvens e temperatura em elevação. Na região central da capital, os termômetros já marcavam 21°C depois de uma madrugada descrita como abafada.

A máxima prevista passava dos 30°C. A apresentadora também destacou a baixa qualidade do ar e afirmou que a chuva poderia melhorar um pouco a situação. A entrada de umidade encontraria o ar quente sobre o estado, compondo o cenário usado para explicar a possibilidade das pancadas.

Fumaça em Manaus levou à suspensão de aulas, segundo o relato

Manaus foi citada por outro problema: a cidade havia ficado novamente encoberta por fumaça e apresentava qualidade do ar muito ruim. O boletim informou que aulas chegaram a ser suspensas. A Defesa Civil havia identificado 750 focos de queimadas no interior do Amazonas, e os ventos transportaram a fumaça até a capital, conforme a reportagem.

O Ministério Público de Contas pediu investigação sobre a atuação do governo do Amazonas no combate às queimadas. O pedido também envolvia medidas de prevenção e enfrentamento do fogo. A informação foi apresentada como uma solicitação de apuração, sem relato de conclusão da investigação.

Seca do rio Madeira afetava mais de 7 mil famílias

Porto Velho enfrentava os efeitos da estiagem prolongada sobre o rio Madeira. A reportagem descreveu bancos de areia visíveis no meio do rio e informou que a prefeitura havia decretado emergência. Mais de 7 mil famílias eram afetadas, segundo os dados apresentados.

A chuva prevista para a região não seria suficiente para reverter o quadro, de acordo com a análise meteorológica da edição. A explicação relacionou o período menos chuvoso do verão amazônico à influência do El Niño. Enquanto o Sul acompanhava temporais e elevação de rios, esse trecho do boletim mostrava as consequências da falta de chuva na Amazônia.

Calor chegava a 40°C na previsão para Teresina

Teresina tinha máxima prevista de 40°C, enquanto Cuiabá e Palmas poderiam alcançar 39°C. O Rio de Janeiro aparecia com 34°C. A apresentação destacou o calor e a baixa umidade do ar em parte do país, ao mesmo tempo que acompanhava a chuva concentrada no Sul.

Porto Velho e Manaus tinham previsão de 37°C, e Belém, de 36°C. Na capital paraense, o céu aparecia azul e os termômetros já marcavam 26°C pela manhã. A edição também mencionou a realização do Círio de Nazaré no fim de semana abordado pela cobertura.

Recife tinha previsão de chuvisco e Salvador, de tempo firme

Recife aparecia nas imagens com sol entre muitas nuvens e possibilidade de chuva fraca pela manhã. A apresentadora descreveu a precipitação prevista como chuvisco. Para Salvador, o cenário era de tempo firme, algumas nuvens e ausência de previsão de chuva, com máxima de 30°C.

O mapa de precipitação ainda incluía uma faixa entre Mato Grosso do Sul e o oeste do Amazonas. A chuva prevista nessas áreas seria menos intensa do que a esperada para o Sul. No quadro gaúcho apresentado, permaneciam em destaque os danos já registrados e os avisos para a continuidade dos temporais no período informado.

Na sua opinião, qual desses impactos exige mais atenção no acompanhamento das condições do tempo: ventania, inundação ou estiagem prolongada? Deixe sua opinião nos comentários.

Assista ao vídeo

Assista ao boletim completo do CNN Novo Dia, no canal CNN Brasil.

Leia também: Riachos da Grande São Paulo colapsam com 12,5% de cidade · Inmet detalha prognóstico de chuva e calor da primavera 2026 · Granizo em Seara (SC): cidade decreta emergência

Fontes: youtube.com: vídeo do canal CNN Brasil.

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