Animais e natureza

Égua de cerca de 200 quilos cai em fossa de quatro metros na zona rural de Marília e bombeiros usam guincho em resgate que dura três horas

Bombeiros retiram égua de cerca de 200 quilos de uma fossa de quatro metros em Marília, com apoio de guincho.

Uma égua de aproximadamente 200 quilos caiu numa fossa de quatro metros em Marília e foi retirada com apoio de um guincho. O resgate mobilizou bombeiros durante cerca de três horas. As informações divulgadas apontam que ela poderia estar pastando antes da queda, mas essa circunstância foi apresentada como hipótese.

Égua retirada de uma fossa em Marília e local da queda

Local da queda e égua após a retirada em Marília. Corpo de Bombeiros/Divulgação, via g1.

Uma égua de cerca de 200 quilos caiu em uma fossa de quatro metros na zona rural de Marília, no sábado (19). A suspeita é de que ela pastava quando pisou na laje que cobria a estrutura e cedeu.

Segundo a TV TEM, em relato publicado pelo g1, o proprietário informou que a fossa era antiga e estava desativada. Os bombeiros foram acionados para retirar a égua do local, descrito como de difícil acesso.

A equipe usou um guincho para içar a égua. O resgate levou cerca de três horas, e o animal teve escoriações pelo corpo, segundo as informações publicadas pelo g1. Esse tempo corresponde à operação de salvamento.

Suspeita é de que a égua pastava quando pisou na laje

A ocorrência foi registrada em uma propriedade rural de Marília, no interior de São Paulo. O animal caiu depois que a cobertura da fossa cedeu, e o acesso ao ponto dificultava a operação.

A hipótese de que a égua estivesse pastando foi apresentada nas informações obtidas pela TV TEM.

Proprietário informou que a fossa antiga estava desativada

O proprietário informou que a fossa era antiga, não estava mais em uso e permanecia coberta por uma laje. Foi essa estrutura que cedeu antes da queda do animal.

A profundidade informada era de quatro metros. A equipe precisou retirar a égua de dentro do buraco até a superfície, com equipamentos de salvamento e um sistema de guincho.

Bombeiros também alertam para cuidados com poços desativados

Em um caso divulgado pelo Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, em São Domingos, um cachorro caiu em um poço de aproximadamente seis metros. A corporação alertou para os cuidados com poços artesianos desativados.

Naquela ocorrência, a equipe utilizou técnicas de salvamento em altura e devolveu o cachorro aos tutores sem ferimentos. É outro registro de resgate em uma estrutura profunda que exigiu atendimento especializado.

Caminhão do Corpo de Bombeiros, corporação responsável pelo resgate da égua em Marília
Imagem ilustrativa de viatura do Corpo de Bombeiros, a corporação que resgatou o animal. Foto: Andre Gustavo Stumpf Filho/Wikimedia Commons (CC BY 2.0).

Corpo de Bombeiros foi acionado para tirar o animal do buraco

O Corpo de Bombeiros foi chamado para atender a ocorrência em Marília. A retirada exigiu equipamentos de salvamento por causa da situação em que a égua se encontrava.

O peso aproximado de 200 quilos e a profundidade de quatro metros são os dados divulgados sobre a operação. A equipe usou o guincho para levar o animal até a superfície.

Equipe usou sistema de guincho para conseguir puxar a égua para fora

O sistema de guincho permitiu içar a égua para fora da fossa. A operação durou cerca de três horas em uma área descrita como de difícil acesso.

Ao final do salvamento, o animal estava fora do buraco. A informação divulgada sobre seus ferimentos foi de escoriações pelo corpo, sem detalhamento de uma avaliação veterinária posterior.

Como o Corpo de Bombeiros resgata um animal grande preso num buraco fundo?

Uma diretriz operacional dos bombeiros de Santa Catarina recomenda atenção especial a animais em poços, valas profundas e espaços confinados. O documento observa que uma operação aparentemente simples pode exigir manobras complexas.

Essa orientação ajuda a entender a necessidade de equipes e equipamentos de resgate. Em Marília, o recurso divulgado foi o guincho, usado junto de outros materiais de salvamento para retirar a égua.

Cavalos numa área de pasto e lagoa, cenário rural semelhante ao da fazenda em Marília
Imagem ilustrativa de cavalos soltos numa área rural. Foto: Jeferson Herbert/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0).

Resgate levou cerca de três horas até a égua sair do buraco

O tempo informado pelo g1 foi de cerca de três horas para realizar o salvamento. A duração se refere ao trabalho da equipe, sem estabelecer há quanto tempo a égua estava no buraco antes do atendimento.

A operação aconteceu no sábado (19), e o caso foi publicado no dia seguinte. O relato reúne as informações sobre a fossa, a retirada com guincho e as escoriações do animal.

Égua saiu do buraco com apenas arranhões pelo corpo

A égua foi retirada com escoriações pelo corpo, segundo as informações divulgadas. Depois do içamento, deixou de estar presa na estrutura de quatro metros de profundidade.

O registro do atendimento mostra o animal novamente na superfície. As fotografias da ocorrência também ajudam a visualizar o buraco de onde a equipe precisou retirá-lo.

Ao pedir socorro, localização e descrição do risco ajudam o atendimento

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais orienta informar o endereço exato e um ponto de referência ao ligar 193. Também recomenda aguardar as instruções do atendente antes de desligar.

A corporação inclui a retirada de animais presos em locais perigosos entre suas atividades de salvamento. Descrever com clareza a situação permite que a central avalie a ocorrência e encaminhe o atendimento.

Situação da égua e da fazenda depois do resgate em Marília

O resgate terminou com a égua fora da fossa, após o uso do guincho. O caso de Marília reúne uma estrutura desativada, acesso difícil e uma operação de três horas.

Você já precisou chamar uma equipe especializada para resgatar um animal? Deixe sua opinião nos comentários.

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