Fabiana Justus retoma o jejum de Yom Kipur após o tratamento contra a leucemia e responde às cobranças sobre a maneira como vive sua fé
Fabiana Justus conta que iniciou o jejum de Yom Kipur após o tratamento e responde a cobranças sobre sua fé.
Fabiana Justus contou que iniciou o jejum de Yom Kipur no domingo, depois de ter interrompido a tradição no ano anterior por causa da quimioterapia. Ao falar com seguidores, também respondeu a cobranças religiosas e explicou que escolhe as práticas nas quais acredita, construindo sua própria relação com a fé.
Fabiana Justus em produção recente, já com o cabelo recuperado depois do tratamento contra a leucemia. Reprodução/Instagram (@fabianajustus).
Fabiana Justus voltou a jejuar no Yom Kipur neste domingo (20), a data mais sagrada do calendário judaico, pela primeira vez desde que terminou o tratamento contra a leucemia mieloide aguda. A empresária de 39 anos contou a novidade aos seguidores e disse que, no ano passado, não conseguiu cumprir a tradição.
Segundo o Alô Alô Bahia, Fabiana compartilhou o início do jejum no domingo (20). A empresária relacionou a retomada da tradição ao encerramento do tratamento e recordou que precisou interromper a prática no ano anterior.
Fabiana contou que iniciou o jejum de Yom Kipur no domingo (20), após ter deixado de fazê-lo no ano anterior por causa das sessões de quimioterapia. O relato foi publicado pelo Alô Alô Bahia. Ela também respondeu às cobranças sobre suas práticas religiosas.
O relato de Fabiana relaciona a retomada do jejum ao encerramento do tratamento contra a leucemia mieloide aguda. Ela contou que havia deixado de cumprir a tradição no ano anterior por causa das sessões de quimioterapia.
Ao compartilhar a novidade, a empresária falou também das cobranças que recebe sobre a fé. Sua resposta foi que segue as práticas nas quais acredita e que fazem sentido na própria vida.
Tratamento levou Fabiana a interromper o jejum no ano anterior
Fabiana explicou aos seguidores que não conseguiu jejuar no ano passado por causa da quimioterapia. Neste domingo (20), anunciou que havia começado a prática novamente, segundo o Alô Alô Bahia.
O relato se concentra nessa diferença entre os dois momentos. A empresária compartilhou uma escolha pessoal ligada à tradição da família, depois do período em que o tratamento mudou sua rotina.
Transplante de medula óssea aconteceu em 27 de março de 2024
Fabiana passou por um transplante de medula óssea em 27 de março de 2024, um dos momentos mais críticos do tratamento. Em imagens que publicou depois, ela aparece careca, com a família ao lado, no quarto do hospital.
Fabiana também compartilhou momentos do tratamento com a família. O anúncio sobre o jejum volta a colocar a fé entre os assuntos que ela escolhe conversar com os seguidores.
Fabiana Justus é religiosa?
Segundo a própria Fabiana, não. Ela contou que recebe cobranças sobre sua relação com o judaísmo e respondeu que é judia, porém não é religiosa, já que a identidade judaica também é uma etnia, além de uma fé.
Ela contou que segue o que acredita e o que faz sentido para ela, que se conecta com Deus e com a própria fé do seu jeito. Disse ainda achar chatas certas cobranças que recebe do público.
Ano passado, a quimioterapia tirou ela da tradição
Em 2025, Fabiana não fez o jejum de Yom Kipur porque estava em meio às sessões de quimioterapia, conforme ela relatou.
Ela mesma resumiu a diferença entre os dois anos em poucas palavras: no ano passado não deu para fazer por causa das quimios, mas agora, livre do tratamento, contou que havia começado o jejum.
A relação com Rafa Justus também ficou mais próxima
Em outra conversa recente com seguidores, citada pelo Alô Alô Bahia, Fabiana falou da proximidade com a irmã Rafa Justus. Disse que antes sentia a relação de maneira mais maternal.
Segundo Fabiana, o amadurecimento da irmã e o período de tratamento aproximaram as duas. Ela descreveu uma amizade mais forte e uma sintonia que continuou depois da conclusão do tratamento.
Retomada da tradição é um relato pessoal de Fabiana
A retomada do jejum foi contada por Fabiana nas redes sociais. Trata-se de uma experiência pessoal após o tratamento, ligada às tradições que ela escolhe seguir.
Fim de uma etapa de tratamento e cura são coisas diferentes. O relato sobre voltar a uma prática religiosa não permite concluir, por si só, qual é a situação clínica de alguém.
O que é o Yom Kipur?
É o Dia do Perdão, considerado o mais sagrado do calendário judaico, segundo explica o Chabad, portal de referência sobre a tradição judaica. Ele cai no décimo dia do mês de Tishrei e é dedicado à introspecção, à oração e ao pedido de perdão.
A tradição prevê cerca de 25 horas de jejum completo, sem comida nem água, além de outras restrições, como não usar calçado de couro e não se banhar com produtos de beleza.
Judaísmo também é etnia, não só religião, segundo ela
Fabiana reforçou que ser judia vai além de seguir os rituais à risca. Para ela, a identidade passa pela origem da família, não apenas pela prática religiosa constante, e isso explica por que participa de algumas tradições e de outras não.
Ao responder aos comentários, ela separou a identidade judaica da obrigação de cumprir todos os rituais. Sua explicação é pessoal: a empresária disse que se conecta com Deus e com a fé à própria maneira.
Ela relacionou o momento à própria transformação recente
Fabiana também vem falando sobre uma fase de mais autocuidado desde que superou a etapa mais pesada do tratamento. Em publicações recentes, disse que passou a se permitir cuidar mais de si mesma depois de tudo o que viveu.
As publicações mostram aspectos diferentes da retomada da rotina. Na conversa sobre o Yom Kipur, o foco foi a tradição e a liberdade de escolher quais práticas religiosas deseja seguir.
Fabiana diferencia identidade judaica e prática religiosa
Fabiana explicou que sua identidade judaica não se limita à prática religiosa. Ela disse seguir o que acredita e o que faz sentido para si, sem assumir todos os rituais como uma obrigação.
Ao responder às cobranças, a empresária reforçou que constrói a própria relação com Deus e com a fé. Essa foi a explicação que deu para participar de algumas tradições sem se considerar religiosa.
Fabiana Justus volta à rotina normal enquanto segue em acompanhamento
O Yom Kipur de 2026 começou ao pôr do sol de 20 de setembro e termina ao anoitecer de 21 de setembro, segundo o Alô Alô Bahia. Fabiana compartilhou o início dessa prática com os seguidores.
Fabiana compartilhou o início do jejum, sem transformar o relato numa orientação para outras pessoas em tratamento. Você costuma retomar tradições familiares depois de períodos difíceis? Conte sua experiência nos comentários.



