Trinta anos depois de assumir a criação do sobrinho, um casal de Garopaba, em Santa Catarina, viu a Justiça decidir oficialmente o que já era verdade dentro de casa.
A decisão manteve, ao mesmo tempo, a filiação biológica já registrada.
O que o tribunal confirma é o essencial:
O juiz optou por somar o vínculo socioafetivo ao biológico, em vez de substituir um pelo outro.
A segunda demora tem explicação comum entre advogados de família:
Vídeo, fotos e o que o público falou estão na matéria completa.